Neuroeducación y neurodidáctica en la formación docente
complejidad, transdisciplinariedad y superación de los neuromitos
DOI:
https://doi.org/10.33362/professare.v14i2.3985Palabras clave:
Neuroeducación, Neurodidáctica, Formación docente, Neuromitos, Epistemología de la complejidad.Resumen
Este artículo propone una reflexión crítica sobre la formación docente a la luz de la neuroeducación y de la neurodidáctica, comprendidas como campos emergentes que dialogan con la epistemología de la complejidad y con la perspectiva transdisciplinaria. A partir de un análisis teórico-conceptual de la literatura nacional e internacional, se discuten las contribuciones de la neurociencia a la ampliación de la comprensión de los procesos de aprendizaje, destacándose la plasticidad cerebral, las funciones autorregulatorias y la indisociabilidad entre emoción, cognición y ambiente. Se sostiene que la ausencia de una formación fundamentada en saberes neurocientíficos y transdisciplinarios favorece la perpetuación de neuromitos, comprometiendo el potencial emancipador de la práctica educativa. En consonancia con el pensamiento complejo y transdisciplinario, el texto propone fundamentos formativos que entrelazan los aportes de la neuroeducación con enfoques pedagógicos reflexivos y contextualizados. Se concluye que invertir en una formación docente que integre los conocimientos de la neurociencia con la complejidad y la transdisciplinariedad representa un movimiento necesario para la emergencia de prácticas pedagógicas más sensibles, inclusivas y sintonizadas con la multiplicidad del desarrollo humano.
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